segunda-feira, 3 de novembro de 2008

A CRISE

Todos falam em crise, o mundo está em crise, alguns países à beira da banca rota, outros à beira de uma recessão...
Mas afinal quem é que lucra com isto tudo? Se existem capital para injectar diariamente dinheiro no sistema económico, se os estados dão cobertura aos vampiros dos bancos, até os sugar, caso BPN, se existem grandes obras a serem feitas, onde está a tal crise? O problema é que enquanto o sistema americano, com as suas bolsas de dinheiro fectício, mandar neste planeta estaremos sempre sujeitos a invenções de crises que só servem para retirar capital às pessoas comuns que sustentam um determinado modo de vida adquirido por uns quantos capitalistas e proletários que sempre souberam fugir das suas obrigações e que vivem num outro sistema financeiro à custa do "totó comum".
Depois dizem que são os funcionários deste ou daquele sistema que estão em excesso e que gastam muito em termos de despesas salariais. E as mansões, os carros de luxo e super reformas de uma minoria?
Pois assim podem vir mais crises, convém a uns quantos, pois então...

13 comentários:

  1. A crise é só para os mais pobres, como sempre. Se a merda fosse dinheiro, o pobre nascia sem cu e o rico vivia no esgoto.

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  2. O caso BPN deferia ser feito a todos os outros bancos privados, só que nos outros o poder é mais importante e influente. Enquanto um bom cidadão paga os seus empréstimos, os grandes cá da praça enchem a pança, são lhes perdoados milhões e investem em negócios obscuros. Quanto aos americanos duas palavras para eles e o seu sistema global:fuck-you.

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  3. O país está de tanga: a culpa é do pessoal da função pública.
    O governo não sabe governar: a culpa é do pessoal da função pública.
    Os secretários de estado e acessores são mais que as mães: a culpa é do pessoal da função pública.
    Enfim, para tudo é a desculpa da função pública.
    Mas a função pública não renova a frota de carros de alta cilindrada de ano para ano para as madames, amantes e putas finas irem ao shooping; não é a função pública que inventa orçamentos para obras; não é a função pública que investe mal nas bolsas mundiais. Os senhores lá de cima vão mas é fazer as figuras tristes de um ministro a vender Magalhães baratos ao terceiro mundo latino, porque esses são os verdadeiros reis do suborno, das cunhas, da droga e do tráfico de seres humanos.
    A crise é uma merda para quem a tem que pagar!!!
    Valverdense

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  4. Crise, qual crise? Em Valverde então não se nota muito.

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  5. Como é bonito este sistema capitalista que "privatiza o lucro e nacionaliza o prejuizo"... Ando tão enjoado e enojado por esses tipos que nem forças já tenho para comentar, ainda enchia 20 páginas... Fartinho de pagar a crise dos ricos capitalistas...

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  6. Em Valverde há crise?
    Com tantas gajas boas só se for entre os homens soviéticos!
    Os de fora não sentem isso, elas são muito dadas, valeu bem o fim de semana de festas.
    Vamos continuar a usufruir.

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  7. mas este filho da p$#%% do um de fora nem em assuntos serios sabe dizer alguma coisa de jeito...Palhaço, senta o cú numa cadeira eletrica e mata-te...Ou então mete te na c&%$$# da tua mae e nao voltes a sair...PALHAÇO DE M%$&#...

    (ps: pessoal desculpem a linguagem mas ete badameco devia aparecer no espanhol...tenho uma eve sensaçõ que saia todo negro)

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  8. O problema é que este tipo de gajo só sabe lambuzar-se nestes espaços, e quem lhe liga só fica a perder com a sua merda de linguagem. Quando se é cobardolas e gabarolas é assim que se faz. Não liguem mandem -no levar no ânus é a crise existencial por que passa o mundo que afecta estes cérebros reprimidos por gajas. E ele não é de fora, continuo a dizer que ele ou ela é de cá. Cá para mim é uma ela só pode com tanta gana que tem das mulheres de cá. A crise, é a cris.

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  9. Amigos, quando se fala da crise é verdadeiramente da crise e das suas consequências, daqueles que a criaram, daqueles que a têm que pagar, não se quer ir por caminhos dos denominados "um de fora". Não se esqueçam que estámos num zona geográfica desprotegida a nível do poder central, e que o emprego por cá é muito precário. Sendo assim, não se espera para muitas famílias tempos fáceis. Lembrem-se do caso da ERES, nem foi preciso entrar em crise, logo, pela Cova da Beira, se ela vier em força, a situação económica, que por sí já é bem modesta, muitas famílias poderão entrar numa situação de viver no lilmite da miséria, e isto meus amigos é deveras preocupante para se estar aqui a brincar com garotices...

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  10. De uma coisa que ninguém fala, nem a comunicação social, é da enormidade da nossa dívida externa (que cresceu ao limite do absurdo nos últimos 5/6 anos). Pensem só que cada um dos quase onze milhões de habitantes deste rectângulo deve a volta de 35 mil euros aos credores internacionais. Pensem nisso, se lá de fora fecharem a torneira nem comido a venda vai haver, sim porque importamos tudo. Pensem só nesse pormenor...

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  11. Lembram-se da "Guerra dos mundos"? Do Orwell? Eu acho que andam todos a gozar connosco. Para já, quando se começou a ouvir falar da crise vieram os bosses dos bancos a dizer que estava tudo bem. Eu acredito que esteja. Há-de haver dinheiro nalgum lado. Eu não o tenho. Agora já há alarme porque uns quantos desataram a encher os bolsos com medo da tempestade ('Bora pro Brasil!).
    Eu vejo é muito dinheiro mal-gasto no dia-a-dia, em obras públicas de utilidade duvidosa, e um povo inteiro a pagar para viver mal. Deixemo-nos de tretas, temos um nível de vida elevado demais para as nossas despesas. Enquanto houver subsídiozinhos da merda para lambões, janados e vendilhões não há-de haver dinheiro para apoiar as pequenas e médias empresas que além de cometer o crime de encher os bolsos das Finançase Segurança Social ainda levam com a ASAE. E depois é a multa em cima, e as obras e equipamentos obrigatórias para ajudar a financiar empresas que não sobreviveriam de outra forma.
    Temos o país que merecemos, todos bateram palmas à ASAE, que não sei se ainda existem, se calhar porque não vejo televisão, mas ninguém perguntou se o dono da padaria em Lisboa, que utilizava àgua de um autêntico esgoto, foi preso.
    A pobreza está no espírito das pessoas, massacradas com Maddies e Casas Pias e outros filmes de terror, cansadas de trabalhar para sobreviver, sabendo que merecem mais do que têm.
    Mas não fazemos por isso, nem é fácil. "Eles" conseguem contar uma mentira até que se torne verdade, e bloquear toda a acção com burocracias. It's a brave new world!
    Voto em branco!

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  12. O castigo não é votar em branco, é votar no mais pequeno para mostrar o desagrado, o branco serve para os tubarões.

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  13. A crise é uma mera mentira feita à medida dos ricos e corruptos. A crise só existe para quem trabalha e que no fim do mês tem que contar os tostões. Parece que se vive num mundo onde os loucos querem passar um atestado de estupidez crónica a quem consegue enxergar mais do que dois dedos de testa.

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