segunda-feira, 26 de novembro de 2007

A Vossa opinião conta


Amigos!

Já que ninguém usa o fórum, vamos discutir aqui os assuntos.
Há algum tempo foi aqui colocado um inquérito que visava inquirir sobre se os Valverdenses utentes deste espaço se sentem satisfeitos com o que a Câmara Municipal do Fundão tem feito em e por Valverde. O resultado do inquérito é bastante elucidativo quanto à forma como nos sentimos ignorados pela autarquia. Estendo o debate aos órgãos de comunicação social locais, será que para eles Valverde existe? Será que precisam de um sistema de localização do tipo GPS para perceber se Valverde faz ou não parte do Concelho do Fundão? Ok, somos da Cova da Beira, nada mau, mas será que devemos reivindicar a tutela da Covilhã ou de Penamacor? Imagino que nenhuma destas duas câmaras iria menosprezar cerca de duas mil almas a mais na hora do voto… Enfim, espero ouvir (ler) aqui as vossas opiniões, pela minha parte, acho que me fiz entender.

Abraço

25 comentários:

  1. Como é que uma CÂMARA pode menosprezar uma das freguesias do interior de Portugal que tem uma das maiores taxas de habitantes a nível nacional, dentro deste contexto? Será que a JUNTA não consegue impôr-se nas sessões de CÂMARA. Mas depois não venham dar palmadinhas ao Sr. Presidente da CÂMARA na hora de inaugurações, ou colocar placas com o seu nome em casas sociais (colectividades). Façam boicotes nas eleições, a junta que comece a ignorar os senhores da Câmara (com letra bem pequena agora)em inaugurações e que esqueça os protocólos. Vergonha é ignorar uma aldeia com dimensões de vila e que tanta juventude tem dado a um concelho moribundo.

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  2. Ui ui... Eu já cá venho que agora não tenho tempo. Té já.

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  3. Muito bem haja por terem respondido ao meu pedido.
    A câmara do Fundão,a nível de presidência e pelouros dos "tachos", deveria ter como exemplo Castelo-Branco. Faz falta um presidente como o Joaquim Mourão para endireitar esta "merda" que está no poder. Este senhor não olha a cores políticas, mas sim ao desenvolvimento da sua cidade e das aldeias que fazem parte do seu concelho. Isto sim é que é governar e saber gerir dinheiros.

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  4. Em relação aos órgãos de comunicação sociais, não se compreende como é que um jornal com nome de Fundão, com muitos assinantes de Valverde e valverdenses residentes em muitos lados, desde Portugal ao estrangeiro pouco fala da nossa terra, tirando a necrologia. Uma vergonha!

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  5. Poeta de meia tigela27 novembro, 2007 12:04

    Nem Penamacor, nem Covilhã
    Nem salsa, nem hortelã
    Somos do Fundão,
    Pois então!
    Temos que nos impôr
    Sem qualquer tremor.
    Sempre fomos reivindicativos
    E um pouco vingativos.
    É a alma das nossas gentes
    Honestas e competentes!
    Mas infelizmente,
    Ainda temos pessoal sobserviente
    Que em nada orgulha a nossa gente!
    Valverde tem que falar!
    Valverde tem que gritar!
    Valverde tem que criar
    E ser ele próprio a publicar
    Que existe,que é vivo
    E que o seu povo unido
    Pode e deve mandar!
    Quanto à câmara do Fundão,
    É favor votar no não!

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  6. Actualmente não devemos esperar nada de mais da Câmara Municipal. Depois de todas as obras feitas, toda a dinamização cultural e toda a mão-de-obra contratada, não acredito que haja dinheiro para mais. Temos direito a muito mais do que temos, isso é indiscutível, mas não será nos próximos anos.
    Quanto à questão do constante "esquecimento" a que Valverde é sujeito, acho que se deve à ausência de figuras sonantes naturais da aldeia na cena política do Concelho. Não somos grandes produtores de "lambe-botas". E para mais, que interessa uma aldeia que apesar dos poucos apoios se consegue manter activa, e levar os seus projectos avante com base na iniciativa das empresas e instituições locais? Se calhar envergonha muito boa gente. Somos mau exemplo em muitas coisas, mas incrivelmente inovadores noutras. E vamos continuar a ser. Com ou sem apoios.

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  7. Desulpa lá Tito c, mas em questão de lambe- botas discordo totalmente contigo. Eles existem, mas só para cuidar das suas vidinhas, os outros que se lixem.
    Quanto a não existirem figuras sonantes, elas existem só que desempenham cargos fora do nosso concelho e também estão se a lixar para as vidas dos outros, porque quando algumas delas quiseram fazer algo pela terra, como não pertenciam a grupos de amizades já existentes, simplesmente foram pregar os seus conhecimentos para outros lados, onde alguns foram bem sucedidos. Quando a nossa terra não nos quer, existem outras que nos abrem as portas e com sucesso. Enquanto tivermos os tais grupinhos de amizades, isto também não vai andar para a frente e não é só a câmara responsável, embora tenha a sua quota parte e é vergonhoso ver que existe muito trabalho feito em muitos lados e noutros...nada e nesses lados temos conterrâneos que se estão a rir da nossa pobreza de espírito e que estão a fazer obra, e para quem a nossa aldeia é somente um destino de férias ou de fim-de-semana pelas razões acima referidas.

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  8. Temos pessoas que trabalham em jornais de grande tiragem a nível nacioanal, que têm as suas origens na nossa terra; temos pessoas que ocupam cargos em gabinetes administrativos pertencentes ao estado, que têm origem na nossa terra; temos professores a leccionar por este país fora, que têm origem na nossa terra; temos engenheiros, técnicos e até médicos que têm origem na nossa terra. Mas vai lá perguntar-lhes se querem Valverde para alguma coisa? Eles te responderão, a maior parte, e o que é que Valverde me deu?O que é que as pessoas influentes da terra fizeram por nós? Agora, já é tarde existem pessoas que merecem muito mais e que nos não são nada mas que confiaram.

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  9. Nem mais valverdense essa é que é a verdade! Inclusive existem algumas colectividades em Valverde que tiveram os seus mentores próprios e que outros com a denominada esperteza saloia se apropriaram das suas ideias para arrancar com projectos que agora toda a gente pensam que essas espertezas estiveram na sua origem, mas enganam-se. Pode ser que o tempo se encarregue de trazer a verdade ao sol. Não serei eu a fazê-lo!!! Só uma dica: alguém dos presentes se lembra quando e como é que o CNE 801 começou e quais os seus verdadeiros mentores?

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  10. Quanto ao tema, penso que tudo não passa de uma questão meramente partidária, porque o cérebro das pessoas ditas políticas é bem pequeno neste concelho, onde tudo é levado com muito fanatismo. Se Valverde é do P.S e a câmara é P.S.D, então como é que neste concelho se consegue juntar o Sporting ao Benfica? Realmente o homem de Castelo- Branco e uma excepção à regra. Mas onde estão eles aqui no Fundão?

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  11. Com algum conhecimento de causa vos posso dizer que a presença de pessoas na lista para a Assembleia Municipal reflecte a importância que qualquer dos partidos politicos que tenta ganhar a Câmara Municipal dá á nossa freguesia.
    Os de x têm 300 habitantes e têm um bacano que até é um gajo fixe em 6º lugar, os de y com 260 habitantes e como é esposa do tal ficam com o 7º e como em Valverde só temos 2000 habitantes e esses votos não interessam o nosso candidato pode ir em 36º.
    Aqui reside um dos problemas pois são estas vozes que se poderão fazer ouvir, por mim era deixar de votar que eles aprendiam.

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  12. Caro Valverdense, concordo consigo que os mais capazes tiveram que mudar de ares para seguirem mais longe, e que o típico rapaz/rapariga que estuda não é muito popular em Valverde, mas tudo isso são coisas que é preciso ignorar. Existem também muitos que deram demais à terra e hoje em dia nem se vêem na rua, acusados muitas vezes de agir por interesse próprio sem que nunca o esforço lhes tenha sido reconhecido.
    Não acho que o problema em Valverde sejam os lambe-botas. Acho é que as instituições TODAS precisam de sangue-novo introduzido gradualmente, porque as coisas não são como muitos querem fazer crer, que tudo acabará quando certas direcções terminarem. Os jovens interessam-se, e têm todo o gosto em trabalhar, o problema é que ninguém os convida a fazer parte das coisas. E eles sabendo que nesta terra ninguém agradece nada a ninguém, deixam-se estar no tasco a beber copos. E fazem eles bem.

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  13. Mas nas tascas, caro Tito, também a malta pode e deve formar e organizar os seus grupos. A juventude existente na aldeia tem que se mexer. O que o valverdense disse é verdade, e quando eu também fui estudante académico, muitos "amigos" deixaram de me falar "normalmente" e atá a própria colectividade onde estava inserido, através de alguns membros dos seus órgãos de "chefia" começaram a menosprezar as minhas ideias porque não eram as deles. É necessária a mudança constante em todos os lugares, senão arriscamo.nos a ficar parados no tempo. Quanto ao que o amigo Bird disse, isso só prova que as questões internas em Valverde não favorecem a freguesia, pelo contrário, só lhe retira margem de manobra na câmara. E também vem provar que não existem neste momento pessoas com grande capacidade de mudança à frente dos destinos da nossa freguesia. Se não for uma certa rebelião, que outrora existia na nossa juventude, não iremos a lado nenhum.

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  14. Amigo Tito, trata-me por tu, tenho quase a tua idade. Assim como já foi dito aqui por alguns participantes, o problema reside em a juventude dar uns bons valentes murros na mesa e mudar uma mentaslidade retrógada que já existe na aldeia há imensos anos. Pessoas como tu, o Luís (3xl) e outros deveriam sacudir esta malta. A imagem negativa que os outros têm de nós, de uma certa forma também leva a este estado de coisas. São pessoas com ideias, como vós, é que devem tomar a iniciativa. Eu também sou um dos muitos que teve que mudar de ares para pôr em prática certos projectos. Não me arrependi, mas ainda hoje tenho pena de não me ter sido dada uma oportunidade no nosso concelho, porque, infelizmente nãi existem pessoas capazes. Pode ser, como aqui já foi referido, que Castelo-Branco traga um bom exemplo para o resto da dita Beira-Baixa. Mas vocês, que tendes capacidades e ideias deveis dar o exemplo. Imaginai se as actividades realizadas na aldeia tivessem mais a vossa participação e o vosso cunho, de certeza que o sucesso seria ainda maior, sem menosprezar as outras partes.

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  15. o tema é bom.Alguns têm ideias,outros dor de cotovelo.Essa dos gajos que setão fora serem mais do que os gajos que cá ficaram é de arrepiar o diabo.
    Melhores porquê?

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  16. Porque setão alguma coisa é!!!

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  17. Não sei se os que estão fora(ou os que saem para estudar, vá), são melhores ou não, mas que são postos de parte são. Eu levei com poucos comentários, levei: "Agora é que ele há-de ganhar mania nos cornos..." E por aí em diante. Há muito filho-da-outra por aí...

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  18. Por um,a vez concordo contigo Tito C. Mentalidades, mentalidades de alguns com pouco amor próprio e que querem que os outros não sejam mais do que eles!!!

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  19. Afinal há mais desconfiados na nossa aldeia do que eu desconfiava...

    Parece que no fundo, e tirando a família associativista que não permite, nem lhe interessa que outros tentem fazer melhor, todos ou a grande maioria partilha da mesma ideia. Instalou-se na cena associativa de Valverde que quando " nós " saírmos isto acaba. Mas não é bem assim. Interessa é estar lá porque sabe bem, dá alguma notoriedade, e até faz muito bem à carteira.
    Assumimos o poder, rodeamo-nos daqueles que nos dão garantias de cunhas para os nossos objectivos, e vamos andando. Grão a Grão enche a galinha o papo.
    Parece-me que quase todos pensam o mesmo, quase todos sabem de quem se fala, mas poucos lhes fazem frente, porque sabem que serão automaticamente excluídos dessas andanças. Porquê ? Porque se pode acabar o tacho para os que lá estão. E não me venham com a história que é tudo por carolice. Que gastam o tempo deles porque sim, não, gastam o tempo deles porque dá lucro e dá jeito.
    Não quero generalizar todas as actividades, nem com isto estar a dizer que é tudo feito para isso. Mas só por carolice também não é. Isso vos garanto !!!

    Fiquem atentos porque brevemente irá haver novas manifestações de " carolice " para podermos relacionar com outros eventos. E depois vejam o pós desses eventos e o que essas pessoas apresentam, fazem, e por aí fora. Todos sabemos quais são as actividades que dão mais notoriedade e apoios às associações, não sabemos ??? Está aí uma mesmo à porta..., pena é depois não haver controlo por parte das instituições e institutos que apoiam essas actividades para ver para onde foram os apoios. Isso é que era e aí é que eu me queria rir. Não é só dizer que ao fim do ano apresentam as contas aos associados. Deveriam fazer auditorias fiscais como fazem às empresas, e ver onde ele pára.

    O problema é sempre o mesmo, o vizinho não pode ter mais que eu. E eu tenho que ter mais que todos. Não interessa como. Mas depois conseguem ver essa situação ao contrário. E tudo o que têm é sempre pouco e são uns coitadinhos...

    E depois vemos sempre aqueles comentários da " dor de cotovelo ", provavelmente daqueles a quem a carapuça assenta e de quem sabe do que se fala..., a dor de cotovelo e a inveja são os bodes expiatórios para tentar desviar as atenções daquilo que sabem ser verdade.

    Valverde sempre !!! Mas sem oportunistas e interesseiros !!!

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  20. Sem querer de forma alguma retirara as convicções ou certezas que fundamentam esta ultima opinião, a verdade é que foram construídas infra-estruturas de raiz associativa que promoveram e implementaram um novo panorama cultural, desportivo, lúdico, etc. na nossa freguesia. Esta nova dinâmica foi de mérito, indiscutível, de um conjunto de pessoas, esse mérito ninguém lhes pode tirar. Quando falo em novas infra-estruturas refiro-me por exemplo a um Campo de Futebol novo a um Pavilhão Desportivo, o edifício da AJUVAL o edifício do Rancho Folclórico de Valverde, uma Casa Museu, etc. todos estes edifícios foram obra de um conjunto de individualidades para a qual não podemos deixar de considerar e louvar o seu mérito. Mas tal facto não dá aos seus protagonistas o direito (e julgo ser esta a questão tão criticada) de perpetuar a sua liderança a frente dos destinos dos mesmos durante anos a fio.
    Todos estes edifícios e colectividades são de direito público (ou associativo) e assim sujeitas a escrutínio público e a prestação de contas transparentes.
    Apesar de como já tivera dito em outras intervenções, verifico um acréscimo das infra-estruturas na freguesia, o facto é que as mesmas (digo parte) vieram substituir outras infra-estruturas mais antigas. Essas novas em vez de incentivarem a pratica livre de actividades desportivas vieram, e apenas, criar condições à prática organizada de outras actividades desportivas. Ninguém fala do tão saudoso Ringue que acabou soterrado e agora o que fazer? Construi outro ao lado! loool Não acredito que tenha sido má vontade de quem o fez (mas será que nestas questões existe boa ou má vontade?), mas o facto é que neste momento não existe nenhum recinto aberto para que as crianças possam brincar em segurança e fortalecer um crescimento saudável. Em vez disso agora, olhem, quem quiser e tiver dinheiro vai ver futebol pago! As crianças (o “povo” vai dizer “coitadinhas” quando forem atropeladas) quando quiserem brincar que vá faze-lo para as ruas ou estradas! Para quem quer conhecer outras realidades, mundos e culturas diferentes…. fazer intercâmbios….isso só para quem pode! Porque os pobres, esses sim com estas politicas, continuam excluídos, e votados ao total esquecimento! Com isto sempre se pode dizer que quem tem dinheiro tem acesso a cultura intercâmbios, meus caros e os outros? Para quê dar a oportunidade, de quem pode, de viajar para fora, se quem não pode não vai? Que mérito tem isto nesta realidade? Julgo que os valores dos valverdenses não são estes e por isso apoio-vos!!! Critiquem!!!

    Ass. Luís Gonçalves

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  21. Muito bem dito, pelo meu familiar cccppp (?) e pelo Luís. É deveras contraditório a construção de locais e infraestruturas para uma povoação e depois só alguns é que podem usufruir delas. Quanto à questão de retirar devidendos próprios por parte de alguns não me pronuncio, essa parte pertencerá a entidades competentes para o fazer. Existem auditorias que podem ser feitas se forem para isso contactadas,desde que os dinheiros provenham de fundos e verbas camarárias e publicas. Depois, os lucros também têm que reverter a favor das instituições que promovam determinadas actividades devidamente registadas, porque a lei assim o exige. Mas isso será sempre muito difícil de provar pois irá sempre envolver muitas coisa, até mesmo saber quais são os rendimentos de cada cidadão envolvido e se eles justificam o tipo e modo de vida que levam e se os seus patrimónios estão realmente de acordo com o que é declarado ao estado. isso dá pano para mangas. Mas também quero acreditar que quem está à frente das colectividades não tenha esse objectivo, o de enriquecer o seu património particular à custa dos outros.
    Quanto ao ringue,só vem provar que existem politícas desportivas completamente irresponsáveis e sem fundamento. Ridículo seria agora construir um novo ringue por parte daqueles que consentiram, não se sabe bem a que propósito, na sua demolição (soterração). Só prova que é necessário sangue novo em certos sítios e cortar com males passados. Mas tudo feito na base do diálogo e não na discussão gratuita pública a que a nossa terra nos foi sempre habituando, daí, provavelmente, virá a pouca participação política dos nossos conterrâneos na vida do nosso concelho, o que é penoa para uma freguesia com tantas almas e que tem capacidade para muito mais.

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  22. Esqueci-me do nome cccp

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  23. Pelo queme foi uma vez explicado, a implantação do pavilhão gimnodesportivo no local onde estava o ringue, aconteceu por motivos técnicos e de logística. Pelo que me foi explicado, não haveria espaço para a existência dos dois espaços mantendo o ringue antigo. Lembrem-se que o espaço agora parece maior porqu foi adquirido um terreno ao lado que antes não pertencia ao GDV. Pelo que sei também, existe o projecto de construção, no terreno anexo perto da casa do Prof Roque, de um ringue de futebol de 5 ou 7, não entendi bem. Acho que este ringue só não foi ainda contruido por falta de verba. Isto foi o que me constou. Acho que em vez de estarmos aqui, mais uma vez, a discutir as lideranças e atitudes, podiamos unir esforços e pressionar para que esse espaço seja construido. Já que todos o acham essencial. Pessoalmente sou de opinião que esse espaço ludico e desportivo é urgente e deve ser encarado como um equipamento anexo à escola, mesmo que seja propriedade do GDV. Que haja acordo preto no branco onde haja definição de cedência, deveres e direitos por ambas as partes. E concordo que seja um espaço aberto à comunidade mas com regras bem definidas também, para evitar vandalismos. Mas isso sou eu a pensar...

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  24. E pensas muito bem. Mas se vandalizarem esse espaço, quem ficará a perder é mais uma vez a freguesia. Mas também acredito que tudo se sabe e só não apanham esse tipo de pessoa se não quiserem, porque em Valverde-Carvalhal tudo se sabe...

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