terça-feira, 22 de abril de 2008

Mais uma roubada ao Sr. Alberto Clemente. (isto é legal?)

Heráldica da freguesia de Valverde

No próximo dia 24 de Abril de 2008 a Assembleia de Freguesia de Valverde por proposta da Junta de Freguesia vai estabelecer os símbolos heráldicos da freguesia, nos termos do disposto na al.q) do nº2 do artº 17º da Lei nº169/99 de 18 de Setembro. Devo esclarecer que mais do que um parecer trata-se de uma imposição legal da qual não há alternativa. A proposta apresentada à Comissão de Heráldica era um pouco diferente,essencialmente no referente às cores.Estes vão ser os nossos símbolos e por eles nos vamos reger. Parecer da Associação dos Arqueólogos Portugueses – Comissão de Heráldica * PARECER Brasão : escudo de prata ,uma oliveira arrancada, de verde e frutada de negro;em campanha ,um vale de verde movente dos flancos e de pé três tiras ondadas de prata e azul. Coroa mural de prata de três torres. Listel branco, com a legenda a negro :VALVERDE-FUNDÃO. BANDEIRA vermelha .Cordão e borlas de prata vermelho.Haste e lança de ouro. Parecer emitido nos termos da Lei nº 53/91 de 7 de Agosto,em 18 de Dezembro de 2007. DESCRIÇÃO DE SIMBOLOGIA As maçãs representam a agricultura ,especialmente a fruticultura da melhor qualidade e do valor das terras. A oliveira representa a produção de azeite de qualidade,a árvore que circunda a freguesia, bem como a sua antiguidade. Vale com duas elevações que são os dois locais habitacionais da freguesia ,Valverde e Carvalhal,bem como a representação apropriada para o nome da freguesia. As burelas ondadas representam as duas ribeiras da freguesia : a Meimoa, limite da freguesia, e a Ribeira da Pouca Farinha ligada ao lugar onde historicamente Valverde tece a sua origem.
* Informação cedida pela Junta de Freguesia.


publicado por valverdinho

domingo, 20 de abril de 2008

Steinz III - Em breve Online

Este vídeo existe no SAPO com muito mais qualidade, por uma razão que desconheço, os vídeos do SAPO não funcionam no Blogspot....

quarta-feira, 16 de abril de 2008

segunda-feira, 14 de abril de 2008

Bem-haja

Amigos,

Em meu nome pessoal, dos actores e de toda a equipa de produção, quero agradecer a todos aqueles que se deslocaram ao pavilhão assistir à estreia do filme STEINZ III, apesar do frio.
A vosso presença dá-nos força para continuar a fazer destas palhaçadas.

Em meu nome e em nome da equipa, quero agradecer a disponibilidade de todos aqueles que participaram, quer como actores, quero como assistentes. Sem vocês, o filme não teria metade da sua piada, nem sei se teria sido possível fazê-lo.

Em meu nome e em nome de toda a equipa, quero agradecer o apoio de:

Câmara Municipal do Fundão, particularmente na pessoa do Vice Presidente Dr. Carlos S. Martinho;
A Moagem, nas pessoas de Miguel Raínha, Alberto Diogo e o outro Alberto (cujo apelido esqueci);
Grupo Desportivo de Valverde, todos os membros da direcção que foram cinco estrelas;
Rádio Cova da Beira e Diário XXI pela divulgação;
À Junta de Freguesia de Valverde pelo apoio;
À AJUVAL pelas facilidades;
À Gardunha Viva na pessoa do Nelo Abrantes;
Ao Alex da Cooperativa das Artes pelo seu apoio técnico e amizade;
Ao João Hugo e à Xana pela disponibilidade;
Ao meu amigo Luís Machado que, infelizmente, não pôde estar presente;
Ao Rafa por, como sempre, acolher a festa;
A todos os que não estão aqui mencionados mas estão referidos aqui.


A todos um sincero BEM-HAJA!

domingo, 6 de abril de 2008

ESTREIA MUNDIAL do STEINZ III


Amigos. É desta!


A estreia da mega produção Valverdo-fundanense está agendada para Sábado 12 de Abril às 21:30.

As portas abrem as 20:30.

Lembro que, embora as entradas sejam livres, ficam sujeitas a convites.

Os convites só servem para limitar a confusão e assegurar que todos possam assistir à projecção nas melhores condições de conforto.
Se necessário haverá uma segunda sessão...

O AfterHours será no Bar O Espanhol e a noite estará a cargo de um DJ profissional "DADEEJAY" e de uma VJ.

A noite promete ser inesquecível...


PS: Ainda há alguns convites, falem com o Valter ou com o Nuno Roque.

sábado, 29 de março de 2008

Resposta ao Sr. Jorge Roque

Uso este espaço para publicar a minha resposta ao comentário que o Sr. Jorge Roque espalhou por vários Posts e aqui mais abaixo reproduzido pelo bird. Desculpem o testamento...

Caro Jorge Roque

Começo por felicitá-lo pelo facto de, finalmente, alguém dar a cara neste espaço a favor das obras de ampliação.

Embora pessoalmente, tivesse esgotado os meus argumentos em relação a este assunto, acho que o seu comentário se reveste de uma forma e de um conteúdo que suscitam uma obrigatória resposta da minha parte, por vários motivos.

Em primeiro lugar, averbar de insanos quem, a título de pura rebeldia inocente, se auto intitula de soviético, revela uma forma bem particular de avaliar as coisas. Informo-o que, a título pessoal, não me agrada particularmente o epíteto, da mesma forma como, certamente, não me agradaria ser apelidado de “Santo Ofício”. Pois em ambos os casos carregaria sobre mim o peso de intolerância e genocídios, não é verdade? Penso que nenhum dos auto-intitulados “soviéticos” pretende colar-se ao regime comunista ou à sua ideologia (que as camadas jovens ignoram por completo, asseguro-lhe) e achar o contrário é não ter ainda conseguido enterrar o estandarte do anti-comunismo primário. Sem querer defender ou fazer a apologia desse regime, estará o Sr. Roque com saudades do regime salazarista? Nesse regime não havia necessidade de concordatas pois a igreja católica confundia-se com o próprio estado. Nessa altura era “quem não está connosco é comunista”, princípio nada democrático, antes pelo contrário, princípio autocrático, que nada tem a ver com cristianismo.

Em segundo lugar, em relação à concordada, mesmo não sendo jurista nem ter tido, previamente, conhecimento da mesma, sei que o edifício aqui em debate é propriedade da Igreja Católica e por consequência privado. Nesses simples moldes, na qualidade de leigo, longe de mim a pretensão de me imiscuir em assuntos do foro da Igreja Católica. Porém, todo o caso muda de figura quando, tanto quanto sei, as obras que os Srs. pretendem levar a cabo serão financiadas, em grande parte, pelo erário público. Caro Sr. Roque, esse simples detalhe confere-me, na qualidade de cidadão contribuinte, o direito a emitir a minha opinião e deste não abdico nem abdicarei jamais. Levando esse detalhe ao extremo e interpretando o nº2 do artigo 1º da, por si citada, concordata, a presente obra, sendo realizada com dinheiros públicos, em boa fé careceria de acordo prévio com as entidades civis locais. Pergunto: onde está o acordo com a Junta e a Assembleia de freguesia?

Na questão que levanta sobre a possibilidade da matéria ser referendada, conforme eu próprio sugeri, saiba meu caro que também me informei e que verifiquei que, à luz da Lei Autárquica, este assunto não pode ser referendado por não estar juridicamente enquadrado. No entanto, informo-o que, apesar disso, existem inúmeras paróquias por este país onde foram realizados referendos informais em que os envolvidos, em boa fé, lhes atribuíram um valor vinculativo. Nenhuma lei proíbe esta prática. A isto caro amigo chamo civismo e verdadeira cultura democrática, que é o que defendo desde o início. Concluo este ponto reiterando que ninguém quer apoderar-se do que não lhe pertence. No meu entender, é lamentável verificar que, quando o Sr. Roque olha para a igreja, se limite a ver o edifício. Os valverdenses e os verdadeiros cristãos, esses, vêem muito mais e, imagino eu, vêem o que de facto lhes pertence por direito.

No ponto seguinte, gostava de salientar o dedo acusatório que aponta a todas as vozes contra, por não terem “o mínimo de conhecimento e formação na área” e não conhecerem o “fantástico” projecto. Pessoalmente, não sou formado em arquitectura, engenharia civil, história ou arte sacra e a bem da verdade, nem sequer me parece que esses pré-requisitos sejam necessários para aferir uma questão ligada à sensibilidade e ao bom gosto de cada um. Pessoalmente conheço o projecto apresentado e esse “desedifica-me”. Acusa os “Doutores” de arrivistas e de por em causa a literacia e a Licenciatura do Sr. Padre. Não estará o Sr. Jorge a por em questão as licenciaturas de vários intervenientes? Serão as licenciaturas de padres e das vozes afins as únicas reconhecidas por si como válidas? Será que, em última análise, é preciso ser licenciado para opinar sobre o “fantástico” projecto? Acho que nenhum interveniente deu algum parecer técnico em relação ao mesmo, nem sequer é isso que está em causa. Questionar por isso a habilitação das pessoas para opinar revela um nítido sentido de intolerância à crítica e à diferença o que, mais uma vez, é uma atitude muito pouco cristã. E se é de formação que se trata, parece-me que existem escolas onde se ministram cursos de intolerância e altivez. Pessoal e contrariamente à sua doutrina, valorizo a opinião de todos, até a sua.
Lembro-o que S. Pedro, o primeiro chefe da Igreja, era pescador, era iletrado. Foi pela sua ignorância que Cristo o escolheu?

Em último lugar, quero pedir desculpas ao meu amigo Sr. Jorge Roque por não possuir, à sua semelhança, o dom da eloquência. Só espero que o meu modesto “apedeutismo exacerbado” não fira as suas elevadas capacidades intelectuais e a sua erudição. Espero que esta humilde missiva o alcance, lá no alto da sua arrogância. Espero não o ofender com as minhas palavras pois não quero ser acusado de o plagiar na forma e no conteúdo.

Termino este desabafo aconselhando-o a reler Padre António Vieira. Notará que no seu sermão, S. António, ao invés do Sr. Roque, respeitava os peixes, não os tratava de forma pedante, com desdém. Quem, como o Sr. Roque, se auto-intitula de cristão, devia ter a humildade de o ser.

Quem o despeço sou eu…. Passe bem!

Luís António Brito Batista

sexta-feira, 28 de março de 2008

Resposta

A pedido do mesmo, publico o texto que recebi por e-mail e que está devidamente identificado:

Mas que coisa, eu também sou Jorge Roque mas não fui eu que escrevi isto, no mínimo insultuoso e maldizente, até parece copiado de uma qualquer coisa que já li mas não me lembro e estando Deus em todo o lado será que só os que frequentam a Igreja todos os dias è que são boas, honestas e humildes pessoas, quando nem sequer aplicam o que já deviam ter aprendido, por exemplo os Dez Mandamentos?

De qualquer forma gosto bem mais das acções bem fundamentadas, inteligentes e que preservem o nosso património e salvaguardem as memórias do nosso povo do que apenas palavras, sendo que lições de modernidade, de trabalho consequente e objectivo para o bem comum poucos me podem dar!

E agora uns exemplos:

Porque é que não alargaram a Igreja do Santuário de Fátima e construíram uma nova, que por sinal até nem lá cabem todos os fiéis e muitas vezes têm que apanhar chuva, frio e sol escaldante?È bem mais recente que a Igreja de Valverde!

Porque è que recentemente restauraram e modernizaram a Sé de Castelo Branco e não a alargaram?A população de Castelo Branco e da Diocese de Castelo Branco/Portalegre não cabe lá!

Porque è que a Igreja do Fundão foi restaurada e modernizada quando è manifestamente insuficiente para a população da cidade?

Porque è que o Sr. Bispo da Guarda afirmou recentemente que è importante preservar o património, no caso a recuperação da torre sineira e sinos da Sé da Guarda ( que não é da igreja) e não defendeu que a torre de pedra e seus sinos, como coisas já ultrapassadas, deveriam ser substituídas por uma moderna torre metálica ou de betão e um informatizado e ultra-avançado sistema sonoro?

Como conclusão, e seguindo o rumo dos defensores da destruição da Igreja de Valverde, todas as pessoas que tomaram as decisões dos exemplos referidos atrás devem de certeza ser idiotas, ignorantes, tolos, de compreensão lenta e "pregadores vivos e iluminados de uma cultura paupérrima e cheia de nada"!

P.S.: Aos poucos poderei apresentar exemplos fotográficos de recuperações adequadas de Igrejas de aldeias do nosso Distrito, também de outras zonas de Portugal se necessário, onde manifestamente a inteligência, sabedoria e bom senso vingou e os maus exemplos não foram seguidos. E podem ter a certeza que sei do que estou a falar!

Nuno Jorge Roque Cardoso
(identificação completa e clara)